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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CRACK: verdades e mitos


O crack gera dependência logo na primeira experiência. Verdade ou mito?
Mito. Apesar de ser absorvido quase totalmente pelo organismo, apenas o uso recorrente do crack causa dependência. Diferentemente de outras drogas, entretanto, o crack causa sensações intensas e desagradáveis quando seus efeitos passam, o que leva o usuário a repetir o uso. Esta repetição, junto com o efeito potente da droga, leva o usuário a ficar dependente de forma mais rápida.


O usuário corre mais risco de contrair DSTs/AIDS. Verdade ou mito?
Verdade. Isso ocorre porque os usuários da droga costumam adotar comportamentos de risco, como praticar sexo sem proteção. Influenciados pela necessidade de consumir o crack, muitos usuários crônicos também recorrem à prostituição para conseguir a droga.


Meu filho consome crack e eu penso em denunciar o traficante. Nesse caso, meu filho será penalizado também”. Verdade ou mito?
Mito. A pessoa que denunciar o traficante tem sua identidade preservada pelas autoridades policiais, portanto, seu filho usuário não será exposto. Porém, apesar da lei de drogas prever que o uso de drogas não seja punido com restrição de liberdade, o porte de drogas continua sendo crime no Brasil.


O crack é pior que a maconha e a cocaína. Verdade ou mito?
Verdade. O crack e a maconha são drogas com efeitos diferentes. Uma vez que o crack deixa o indivíduo mais impulsivo e agitado, e gera dependência e fissura de forma intensa, ele termina tendo um impacto maior sobre a saúde e as outras instâncias da vida do indivíduo do que, em geral, se observa com a maconha. Em relação à cocaína, apesar de serem drogas com a mesma origem, o efeito do crack é mais potente do que a cocaína inalada. Por ser fumado, o crack é absorvido de forma mais rápida e passa quase que integralmente à corrente sanguínea e ao cérebro, o que potencializa sua ação no organismo.


O crack sempre faz mal à saúde. Verdade ou mito?
Verdade. O uso dessa droga compromete o comportamento como um todo. Por ser uma substância altamente estimulante, várias funções ficam comprometidas, mas as mais afetadas são a atenção e a concentração, a falta de sono, além de gerar quadros de alucinação e delírio.


É possível se livrar do crack. Verdade ou mito?
Verdade. É possível se recuperar da dependência do crack. O usuário deve procurar tratamento adequado e contar com apoio familiar, social e psicológico para superar a dependência química.


Usuárias de crack não podem amamentar. Verdade ou mito?
Verdade. Mães usuárias de crack devem receber tratamento imediato com a suspensão do uso da droga e da amamentação durante o período necessário para eliminar as substâncias tóxicas do organismo. Após esse período, e sob supervisão médica, a amamentação está liberada.


O crack também prejudica o feto. Verdade ou mito?
Verdade. O crack prejudica o desenvolvimento do feto por alterar a saúde física da mãe e passar à corrente sanguínea do futuro bebê. Isso pode reduzir o fluxo de oxigênio para o feto, causar graves danos ao sistema nervoso central e alterações nos neurotransmissores cerebrais. Também há maior risco de aborto espontâneo, hemorragias, trabalho de parto prematuro, além de diversas malformações físicas e baixo peso ao nascer.


Bebês de mães usuárias nascem já dependentes. Verdade ou mito?
Mito. Bebês expostos ao crack durante o período fetal não são dependentes da droga. Não há comprovação científica de que eles desenvolvam abstinência na ausência do crack. Os sinais e sintomas que eles podem apresentar durante o período neonatal estão mais relacionados a alterações nas substâncias químicas do cérebro (neurotransmissores), que poderão ser ou não temporárias.


Fonte: Site brasil.gov.br

Maconha é porta de entrada


Crack nem pensar  |  26/05/2009 10h57min

A droga também pode provocar delírios, alucinações e dependência

Se é temerário afirmar que todo usuário de maconha se tornará dependente de crack, é quase certo que o usuário de crack experimentou maconha antes. Estudo do Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre a Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (Vivavoz) indica que metade dos usuários de maconha atendidos costuma utilizar drogas mais pesadas.

Em um universo de mil pessoas que ligaram de todo o país e se declararam usuários de maconha entre janeiro de 2006 e setembro de 2007, cerca de 500 relataram o consumo de cocaína e crack.

— Quem usa maconha tem mais chance de usar cocaína e crack, é um fator de risco. Como os piores efeitos da maconha só são percebidos a longo prazo, as pessoas acham que não dá nada e começam a usar substâncias mais pesadas — observa a psicofarmacologista Helena M. T. Barros, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e coordenadora do Vivavoz.

A maior parte dos usuários pesquisados tem entre 25 e 30 anos, mas começou a usar a droga na adolescência. Além de delírios, alucinações e dependência, a maconha pode provocar outras doenças comumente associadas ao uso do cigarro, como bronquite, asma, enfisema, faringite e até câncer.

Como proteger seu filho

A prevenção é arma mais forte na luta contra o crack. Veja dicas que podem ajudá-lo a manter seu filho longe da droga.
Dicas de prevenção
Fontes: Fernando Oliveira, diretor da Divisão de Investigação do Narcotráfico do Denarc, e Helena M. T. Barros, psicofarmacologista
Esqueça aquele mito de que é bonitinho uma criança experimentar uns goles de cerveja com você.
Tenha hábitos saudáveis: as escolhas dos pais influenciam o comportamento dos filhos. Pesquisas mostram que, em lares com pais fumantes, o índice de filhos fumantes é maior.
Dê o exemplo: quando as crianças observam os adultos beberem para relaxar ou superar a timidez, aprendem que também precisam de substâncias químicas para superar seus problemas.
Acompanhe a rotina de seu filho: é importante saber onde ele está, o que faz e com quem está. Mudanças bruscas de comportamento podem ser um sinal de que há problemas.

Crack



Crack: um sério problema de saúde e também social.
O crack é preparado a partir da extração de uma substância alcaloide da planta Erythroxylon coca, encontrada na América Central e América do Sul. Chamada benzoilmetilecgonina, esse alcaloide é retirado das folhas da planta, dando origem a uma pasta: o sulfato de cocaína. Chamada, popularmente, de crack, tal droga é fumada em cachimbos.

Cerca de cinco vezes mais potente que a cocaína, sendo também relativamente mais barata e acessível que outras drogas, o crack tem sido cada vez mais utilizado, e não somente por pessoas de baixo poder aquisitivo, e carcerários, como há alguns anos. Ele está, hoje, presente em todas as classes sociais e em diversas cidades do país. Assustadoramente, cerca de 600.000 pessoas são dependentes, somente no Brasil.

Tal substância faz com que a dopamina, responsável por provocar sensações de prazer, euforia e excitação, permaneça por mais tempo no organismo. Outra faceta da dopamina é a capacidade de provocar sintomas paranoicos, quando se encontra em altas concentrações.

Perseguindo esse prazer, o indivíduo tende a utilizar a droga com maior frequência. Com o passar do tempo, o organismo vai ficando tolerante à substância, fazendo com que seja necessário o uso de quantidades maiores da droga para se obter os mesmos efeitos. Apesar dos efeitos paranoicos, que podem durar de horas a poucos dias e pode causar problemas irreparáveis, e dos riscos a que está sujeito; o viciado acredita que o prazer provocado pela droga compensa tudo isso. Em pouco tempo, ele virará seu escravo e fará de tudo para tê-la sempre em mãos. A relação dessas pessoas com o crime, por tal motivo, é muito maior do que em relação às outras drogas; e o comportamento violento é um traço típico.
Neurônios vão sendo destruídos, e a memória, concentração e autocontrole são nitidamente prejudicados. Cerca de 30% dos usuários perdem a vida em um prazo de cinco anos – ou pela droga em si ou em consequência de seu uso (suicídio, envolvimento em brigas, “prestação de contas” com traficantes, comportamento de risco em busca da droga – como prostituição, etc.). Quanto a este último exemplo, tal comportamento aumenta os riscos de se contrair AIDS e outras DSTs e, como o sistema imunológico dos dependentes se encontra cada vez mais debilitado, as consequências são preocupantes.
Superar o vício não é fácil e requer, além de ajuda profissional, muita força de vontade por parte da pessoa, e apoio da família. Há pacientes que ficam internados por muitos meses, mas conseguem se livrar dessa situação.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 23 de agosto de 2011

'Gangue' de adolescentes é apreendida com crack; droga estava em fralda de bebê


01/08/2011 | 16h21min

Policiais de Pernambuco apreenderam 15 pedras de crack dentro da calcinha de uma criança de apenas 2 anos na noite deste domingo (31), em Olinda, no Grande Recife. 

A droga foi descoberta durante uma abordagem a um táxi na Rua do Sol, no bairro do Carmo, por volta das 19h. Também foram achadas outras 15 pedras da droga na cintura de Thiago Souza Filho, 18 anos; R$ 140 com uma adolescente de 15 anos e mais R$ 60 com outra menor de 16 anos, que estava com a criança ao lado dela, nob banco. 

Os quatro estavam como passageiros em um táxi de Olinda, e, segundo informações oficiais, o motorista não tem ligação com o incidente. O caso está sendo investigado pela Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente (GPCA).

De acordo com informações do sargento Ednaldo Santos, os policiais desconfiaram do grupo quando o táxi passou ao lado da viatura. "Eles demonstraram nervosismo. Ficaram olhando para a gente como se estivessem fazendo alguma coisa errada, então, decidimos fazer a abordagem".

A droga encontrada entre a calcinha e a fralda da menina estava embalada em uma sacola plástica, e, segundo uma das adolescentes, no momento em que os agentes foram revistar o carro é que eles resolveram esconder a sacola na garotinha.

O grupo mora na comunidade V-8, em Olinda, próximo ao Varadouro. O sargento Ednaldo acredita que eles atuavam no tráfico de drogas da localidade. A mãe da criança teria ido trabalhar, e, como confiava na vizinha, deixou a filha com ela. Ela ainda disse ao sargento que não imaginava que isso poderia acontecer.

A jovem encontrada com R$ 140 e que escondeu a droga na menina será autuada em flagrante por tráfico de entorpecentes e ficará à disposição da GPCA. A outra, que estava com R$ 60, será liberada, já que a mãe informou haver dado o dinheiro à filha. 

Já Thiago de Souza será autuado também por tráfico de drogas e por corrupção de menores na Delegacia de Casa Caiada, de onde será encaminhado ao Cotel, em Abreu e Lima.

domingo, 21 de agosto de 2011

A Liga, CRACK!


Cartilha para médicos orienta sobre tratamento do crack


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Documento define conceitos relacionados à droga e também aos aspectos gerais do tratamento
Crack_dentro_centro_23Dependentes morrem, na sua maioria, por causas violentas (Foto: Arquivo/Agazeta.net)O Conselho Federal de Medicina lançou uma cartilha com diretrizes aos profissionais sobre os protocolos de assistência aos usuários e dependentes do crack.

Um dos aspectos relacionados no documento está o acolhimento dos viciados e dependentes da droga no Sistema Único de Saúde, (SUS).

A cartilha “Diretrizes Gerais Médicas para Assistência Integral ao Usuário do Crack” foi criada, depois de uma ampla discussão entre os representantes dos Conselhos de Medicina de todo Brasil.

O documento define conceitos relacionados à droga, ao seu uso e também aos aspectos gerais e específicos do tratamento.

As diretrizes abordam ainda o encaminhamento que deve ser dado aos usuários de crack no âmbito do SUS.

Os médicos poderão avaliar e trabalhar em caso de urgência, que envolva intoxicação, abstinência aguda e overdose.

O Conselho também apresentou normas para a assistência ao usuário do crack voltadas para a sociedade.

As recomendações indicam ações que podem auxiliar na redução do consumo do crack.

“Esse programa, além de qualificar e atualizar nossos médicos, objetiva a participação da sociedade”, afirma a presidente do CRM/AC, Dilza Ribeiro.

“Precisamos trabalhar em conjunto para enfrentar a problemática do crack”, completa.

Segundo dados do Ministério da Saúde, um terço dos usuários de crack morre e 85% deles por causas violentas. Outro terço permanece com deficiências crônicas e perdas cognitivas. Apenas mais uma terça parte se cura.

Efeitos psicológicos


O crack é uma substância que afeta a química do cérebro do usuário: causando euforia, alegria, suprema confiança, perda de apetite, insônia, aumento da energia, um desejo por mais crack, e paranoia potencial (que termina após o uso). O seu efeito inicial é liberar uma grande quantidade de dopamina, uma química natural do cérebro que causa sentimentos de euforia e de prazer. O efeito geralmente dura de 5-10 minutos, após o qual os níveis de tempo de dopamina no cérebro despencam, deixando o usuário se sentindo deprimido. Quando o crack é dissolvido e injetado, a absorção pela corrente sanguínea é tão rápido como a absorção que ocorre quando o crack é fumado, e sentimentos de euforia pode ser experimentado. Uma resposta típica entre os usuários é ter outro hit da droga, no entanto, os níveis de dopamina no cérebro levam muito tempo para se restabelecer, e cada dose recebido em rápida sucessão leva a efeitos cada vez menos intenso. No entanto, uma pessoa pode ficar 3 ou mais dias sem dormir, enquanto sob o efeito do crack. Uso do crack em uma festa, durante o qual a droga é tomada repetidamente e em doses cada vez mais elevadas, leva a um estado de irritabilidade crescente, agitação e paranoia. Isso pode resultar em uma psicose paranoica, em que o indivíduo perde o contato com a realidade e passa a ter alucinações. Abuso de estimulantes de drogas (principalmente anfetaminas e cocaína) podem levar a parasitose delirante (Síndrome aka Ekbom: a crença equivocada de que são infestados de parasitas). Por exemplo, o uso de cocaína em excesso pode levar à formigamento, apelidado de "bugs cocaína" ou "erros de coque", onde as pessoas afetadas acreditam ter, ou sentir, parasitas rastejando sob a pele. Essas ilusões também estão associados com febre alta ou abstinência do álcool, muitas vezes juntamente com alucinações visuais sobre insetos. Pessoas que vivem essas alucinações podem arranhar-se e causar danos cutâneos graves e sangramento, especialmente quando eles estão delirando.


História



Árvore de Coca na Colômbia
A história do crack está diretamente relacionada com a da cocaína, droga que surgiu nos anos 60 e que, na época, era grandemente consumida por grupos de amigos, em um contexto recreativo. No entanto, a cocaína era uma droga cara, apelidada de “a droga dos ricos”. Esse foi o principal motivo para a criação de uma “cocaína” mais acessível.
De fato, a partir da década de 70 começaram a misturar a cocaína com outros produtos e conforme outros métodos. Foi assim que surgiu o crack, obtido por meio do aquecimento de uma mistura de cocaína, água e bicarbonato de sódio. Na década de 80, o crack se tornou grandemente popular, principalmente entre as camadas mais pobres dos Estados Unidos.

By Wikipédia.

O "porque" do blog!

Olá amigos venho por meio deste blog tentar alertar a todos do perigo que é essa droga, acho que devemos fazer nossa parte, e tentar mostrar a verdadeira cara dessa viagem sem volta, eu sempre fiquei atento as reportagens relacionadas a essa droga que já chegou a bastante tempo no nosso pais e vem devastando famílias e lares. Creio que cada leitor tenha uma experiencia diretamente ou indiretamente com essa desgraça que é o CRACK! e as drogas feita com ele. Eu já perdi amigos para esse vicio, distantes e um ate muito próximo, que infelizmente esta preso, adiei muito esse blog espero que possamos trocar experiencias e ajudar bastante quem está nessa e principalmente alertar para que outras pessoas não caiam nessa cilada, espero que vocês postem muita coisa sobre isso eu conto com ajuda! Abraço a todos e Sejam Bem Vindos!!!!
Flávio Pessoa.